Confira como a biometria facial e o videoatendimento ajudam bancos, fintechs, seguradoras e corbans a confirmar identidades e evitar prejuízos financeiros e reputacionais.
O que mudou não foi só o volume. Foi a sofisticação: golpes hoje são operações estruturadas, com engenharia social precisa, dados reais de clientes e, cada vez mais, deepfakes. Mais da metade das tentativas mira diretamente bancos e emissores de cartões.
Este e-book explica como a biometria facial e o videoatendimento entram nessa equação como uma camada essencial de proteção que soluções passivas não cobrem.
Alguém aprova uma abertura de conta ou operação e depois descobre que a identidade usada não era real.
O time segue o processo certo e o golpe passa mesmo assim, porque a fraude não estava na etapa monitorada.
Você lê sobre deepfakes chegando ao mercado financeiro e não sabe em que ponto da jornada sua operação está exposta.
A cada decisão do STJ sobre responsabilidade institucional, cresce a dúvida: até onde a empresa responde por uma fraude?
Você já testou soluções de verificação, mas elas continuam passivas — conferem um documento, não confirmam se quem está do outro lado é, de fato, a pessoa certa.
Se alguma dessas situações é familiar, este material foi escrito para o seu momento.
A Nuvidio já é a camada de confirmação de identidade por trás de instituições financeiras, fintechs e seguradoras que não podem errar quando o assunto é saber com quem estão falando.
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Este e-book existe para te dar clareza agora — antes que a decisão precise ser tomada sob pressão.
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